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O primeiro fanzine PUBLICADO de que participei foi o Tribal CPM, sobre as peculiaridades do “regime escolar-militar”. Em 2000 entrei na Faculdade de Direito. E... bem... eu ficava desenhando durante as aulas. Assim surgiu o Nabuco: numa aula muuuito chata de Economia Política. No ano seguinte colaborei com o jornalzinho SPTZ!, com as tirinhas do Xisto, estudante “Caxias” e nerd. Já em 2002, tudo mudou: comecei a trabalhar! Empolgadíssima para trabalhar no Tribunal, fui lotada num setor de cobrança de taxas, nada a ver com o que eu queria fazer/aprender. Minha primeira tarefa? Carimbar e numerar um processo de 628 páginas. Maneiro, hem? Creio que tenha ficado fácil de adivinhar a época em que criei a Super Amiga da Justiça... Por falar nela, essa safada era meu alter ego, mas atualmente já tem vida própria, emancipada e tudo o mais, pensa, fala e age sozinha. Agora estou em outro Tribunal. Novos ares, novas matérias para estudar, novas pessoas com quem conviver. Óbvio que, mais cedo ou mais tarde, esse pessoal vai pra ponta do meu lápis. E assim segue a vida! Já fiz alguns fanzines: Nankin, Nabuco – O Estrelato, Nabuco - Especial para quem gosta de mangá, Matrix Deleted e o mais recente, Nabuco – O Senhor dos Anéis. Há uns anos publiquei no “O Estado do Paraná” e algumas tiras na “Gazeta do Povo”. Participei também do livro “Clandestinos”. OS CARAS: Agradecimentos: um beijão ao André Leal, amigo, webmaster, desenhista, roteirista, parceiro, ruivo, curioso, marombado, gente boa da melhor qualidade. P.S.: os nomes das personagens não têm nenhuma relação com nomes de juízes, advogados ou promotores, qualquer semelhança será mera coincidência...
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